Passamos pela operação, pelos documentos e pelos controles existentes para entender como o trabalho acontece hoje. A partir dessa descoberta, desenhamos uma proposta inicial de MVP para centralizar o acompanhamento dos processos.
O escritório lida com diferentes clientes, imóveis, documentos, etapas, órgãos e responsabilidades. Ao longo do tempo, controles em planilhas, pastas e documentos foram construindo uma forma prática de operar.
O desafio aparece quando essa informação precisa permanecer atualizada e conectada.
A oportunidade não é jogar fora o que já funciona. É tirar do controle manual aquilo que pode ser organizado.
A análise do material existente permitiu identificar uma estrutura consistente por trás dos controles atuais: clientes, imóveis, processos, documentos, etapas e diferentes frentes de regularização.
O processo imobiliário é o ponto onde essas informações se encontram — cada cliente vinculado a um imóvel, cada imóvel tramitando por diferentes órgãos até a conclusão.
A proposta nasceu da análise do trabalho real — não de um modelo genérico de software.
Baseado na descoberta do legado e na estrutura operacional observadaUma primeira versão, pequena o suficiente para ser construída rapidamente e útil o suficiente para mudar a rotina.
O MVP deve começar pelo núcleo mais importante: o acompanhamento do processo. Depois do uso real, o próprio escritório indicará o que vale ampliar.
Primeiro provar valor. Depois aumentar a solução.
É se isso resolve um problema que vale a pena resolver no seu escritório.
A descoberta já nos deu uma visão inicial de como estruturar o MVP. Agora precisamos ouvir você.
O objetivo da próxima conversa é simples:
O objetivo não é criar mais um sistema.
É tornar mais simples o trabalho que o escritório já sabe fazer.